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  Eu não vivo no passado, o passado vive em mim.
  Paulinho da Viola
 



 

História

Cronologia

ANO EVENTO CONSEQÜÊNCIAS
30/set
420
Morte de Jerônimo de Strídon – tradutor da Bílbia para o latim 30 de Setembro tornou-se o dia do tradutor. São Jerônimo torna-se o Santo da tradução.
1887 Lançamento do livro Lingvo internacia. Antaŭparolo kaj plena lernolibro de Ludwig Zamenhof Invenção do esperanto como uma tentativa de formação de uma língua mundial.
1945 Fim da II Guerra Mundial Criação de escolas de tradução/ interpretação
1945
1946
Julgamento de Nuremberg Necessidade de tradutores para 14 línguas, promovendo uma afirmação da interpretação simultânea.
1949 ONU adota aparelhos de interpretação simultânea Difusão mundial da técnica de interpretação
1960 Início da pesquisa sobre tradução Reflexão e afirmação teórica de interpretação como disciplina acadêmica

Sendo a Bíblia o livro reconhecido como o primeiro, nada mais justo que homenagear aquele que a traduziu para uma versão (em latim) que serve de base até hoje para as traduções subseqüentes. Jerônimo de Strídon (São Jerônimo), ao morrer em 30 de setembro do ano de 420, deixou-nos não somente a sua versão traduzida (conhecida como a Vulgata), assim como também, deixou-nos o seu próprio dia de morte, hoje utilizado para comemorar o Dia do Tradutor. 

Foi, porém, somente depois da II Guerra Mundial, que se proliferaram as escolas de tradução e interpretação. Mas uma corrente - a dos intérpretes de conferência - logo foi contra a teoria passada aos novos estudantes. Interpreters are born, not made (Não se fazem intérpretes, eles simplesmente nascem) - justificavam. Estava lançado o debate: a tradução pode ser aprendida em sala de aula?

Ao mesmo tempo, nesse período do pós-guerra, testavam-se aparelhos que, embora tivessem sido criados antes, só ganharam impulso com sua adoção pela Organização das Nações Unidas. Foram os equipamentos para interpretação simultânea que garantiram à IBM uma menção honrosa pelo desenvolvimento do sistema.

No famoso Processo de Nuremberg (1945-46), a necessidade de entender as 14 línguas faladas por ambos os lados, réus e acusadores, afirmou definitivamente o ofício de intérprete.

A partir de 1949, a interpretação desenvolve-se, exigindo uma abordagem mais teórica. A pesquisa começa nos anos 60, como parte dos estudos de Lingüística e foco de outras disciplinas, como a Psicologia e a Sociologia.

 
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